sexta-feira, 22 de abril de 2011
Viciosa e Voraz Violação da Vontade
Propósito
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Agora lute!
Todos nós temos um anjo.
terça-feira, 19 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Dificuldades de Ser Homem
- A dor física e moral de uma bolada no saco.
- O incômodo de uma cotovelada no gogó.
- A tortura de usar terno no verão.
- O suplicio de fazer a barba todo dia.
- O desespero de uma cueca apertada.
- O prazer adolescente de soltar um bom arroto.
- A loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem sutiã.
- Possuir a superior capacidade de entrar no barbeiro e dizer apenas: “Corta ai!”
- Viver sobre o permanente risco de ter que entrar numa briga.
- Pilotar a churrasqueira.
- Ter que resolver os problemas do computador.
- Ter que reparar a roupa nova dela.
- Ter que reparar que ela trocou o perfume.
- Ter que reparar que ela trocou a tintura do cabelo de Imedia 713 louro cendro natural para 731 louro bege.
- Ter que jamais reparar que ela tem um pouco de celulite.
- A importância de uma decisão de campeonato para a humanidade.
- Ter que conversar sobre aplições, debêntures, dólares, ommodities, marcos, CDBs e RDBs, mesmo que o seu salário mal dá para chegar ao final do mês.
- Trabalhar para cacete em prol de uma família que reclama que ele trabalha pra cacete!
- Desviar os olhos do decote da secretária, que se faz de distraida e deixa a blusa desabotoada até o
umbigo.
- Trabalhar com mulher!!! Aqui para não dizer se é possivel discutir a sério um assunto de trabalho com alguém que use batom vermelho, perfume atrás da orelha, cabelos soltos que balançam ao vento e saia justa? E quando ela cruza as pernas…
- Ter a obrigação de ser um atleta sexual.
- Ter pavor de falhar na hora H.
- Ter a suspeita que ela, com todos aqueles suspiros e gemidos, só está tentando nos incentivar.
- Ouvir um NÃO, virar conformado para o lado e dormir tranquilo, apesar da vontade de quebrar todo o quarto e fazer um escândalo.
- Entrar numa boate de strip-tease, dessas repletas de garotas baratas e garotas nem tão garotas assim, alegando pura “curiosidade antropológica”.
- Ter que ouvi-la dizer que não tem uma única roupa
- Parar para comer frango no domingo na casa dos sogros, discutir politica com aquele velho reacionário, tratar bem os sobrinhos e se controlar para não dar na cara do irmão cara-de-pau dela, que veio pedir dinheiro emprestado de novo!
domingo, 6 de junho de 2010
Eu te conheço?
Num julgamento em Vassouras (RJ), o Promotor de Justiça chama sua primeira testemunha, uma velhinha de idade bem avançada.
Para começar a construir uma linha de argumentação, o Promotor pergunta à velhinha:
- Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem sou eu e o que faço?
- Claro que eu o conheço, Heuler! Eu o conheci bebê. Só chorava , e francamente, você me decepcionou. Você mente, você trai sua mulher, você manipula as pessoas, você espalha boatos e adora fofocas. Você acha que é influente e respeitado na Cidade, quando na realidade você é apenas um coitado. Nem sabe que a filha esta grávida, e pelo que sei, nem ela sabe quem é o pai.
Ah, se eu o conheço! Claro que conheço!
O Promotor fica petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo. Ele fica mudo, olhando para o Juiz e para os jurados. Sem saber o que fazer, ele aponta para o advogado de defesa e pergunta à velhinha:
- E o advogado de defesa, a senhora o conhece?
A velhinha responde imediatamente:
- O Tidão? É Claro que eu o conheço!
Desde criancinha. Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele, pois sempre que o pai dele saia, a mãe ia pra algum outro compromisso. E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele. Ele não tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os 4 processos em que atuou. Além de ser traído pela mulher com o mecânico… com o mecânico!!!
Neste momento, o Juiz pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruça na bancada e fala baixinho aos dois:
‘Se algum de vocês perguntar a esta velha filha da puta se ela me conhece, vai sair desta sala preso… Fui claro???
segunda-feira, 22 de março de 2010
Nada pra fazer dá nisso...
sexta-feira, 12 de março de 2010
O aniversário de Chuck Norris (leia com cuidado!)


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Vingança - Capítulo 3
sábado, 5 de setembro de 2009
Capitulo 2
Não percebi a aproximação dela por trás de mim. Senti sua mão fria segurando meu pescoço por trás, me levantando e me jogando no corredor. Caí com as costas no chão, perdendo o fôlego por alguns instantes. Quando consegui recuperar o fôlego vi a mulher de vermelho que tinha visto na esquina da minha rua. Ela andou até mim e colocou o pé no meu peito, me apertando contra o chão novamente. – Oi, Peter, disse ela, com sua voz sedutora, - que bom que você veio se juntar a nós, disse sorrindo.
Respirava com dificuldade por causa da pressão de sua bota em meu peito. Não sabia como ela tinha tanta força que me impedia de me mover. – Quem é você?, disse ofegante, - o que você fez com Addison? Por que você fez isso com ela? , ela sorriu deixando a mostra seus dentes. Não acreditei no que estava vendo. Seus caninos eram maiores que o restante de seus dentes. – O que é você?, perguntei olhando assustado para ela. Ela começou a rir.
Ela se abaixou, sentou em meu peito e se aproximou do meu rosto. – Você quer realmente que eu acredite que você não sabe nada sobre mim, Peter? Sobre o que eu sou? Acho que eles fizeram realmente um ótimo serviço em você, apagando sua memória, não deixando nenhum vestígio sobre seu passado, sobre quem você é, - disse ela sorrindo.
- Quem eu sou? O que você quer dizer com isso?, perguntei sem entender o que ela estava falando. Ela sorriu novamente, segurando meu rosto. Seu toque era frio, como se fosse sem vida. Senti um arrepio correr todo meu corpo. Não sabia o que era aquilo. Ela continuou falando: - Eu não vou dizer o que você é, Peter. Você vai morrer sem saber o porque disso tudo acontecer com você. Mas saibae que você merece isso e muito mais pelo que você e seu pai fizeram com minha mestra, disse ela com o rosto perto do meu, apertando meu rosto. – Meu pai? O que ele tem a ver com isso? Ele morreu quando eu era criança, respondi tentando entender o que estava acontecendo. – Por que você fez isso com Addison? O que ela te fez se era a mim que você queria?
Ela riu no meu rosto. – Ela não fez nada, eu só estava com um pouco de fome e entediada, disse ela me encarando. Senti o arrepio em meu corpo de novo, mas dessa vez era diferente, não era medo, era raiva. Não conseguia entender o que estava acontecendo. Ela começou a rir de novo.
- Hora de morrer, Peter, disse ela abrindo a boca e mostrando mais ainda os caninos que se destacavam em seus dentes brancos. Quando ela se abaixou em minha direção, mirando meu pescoço, não sei o que aconteceu. Senti uma súbita onda de força em meus membros. Segurei seu rosto com uma das mãos e consegui segurar seu avanço. Ela me olhou assustada, sem entender o que tinha acontecido. Consegui empurrá-la pra longe, jogando-a pela porta do quarto. Ela caiu em cima da poça do sangue de Addison. Não entendi como consegui fazer aquilo. Fiquei sentado olhando ela se levantar no sangue, procurando alguma explicação para tudo aquilo.
Ela se virou rosnando como um animal selvagem. – Seu maldito, essa roupa foi muito cara. Eu vou matar você! Ela avançou pra cima de mim, mas bateu na porta, como se existisse uma barreira invisível ali. Ela ficou socando a barreira com toda sua força, mas não conseguiu atravessar o vão da porta.
- Isso não acaba aqui, Peter. Você terá notícias minhas em breve!, gritou ela. Se virou e atravessou a janela, destruindo-a. Fiquei olhando a cena ainda sentado no corredor, procurando entender o que tinha acontecido, mas não consegui encontrar nenhuma explicação racional para aquilo tudo.
domingo, 16 de agosto de 2009
Vingança - O Início
sábado, 15 de agosto de 2009
Desabafo de um Herói
Por que nascemos heróis, se não podemos salvar todos aqueles que precisam de nossa ajuda? Por que temos esses poderes se não conseguimos segurar as mãos de todos aqueles que as estendem para nós? Será que existe um prazer mórbido nas forças supremas do universo em nos dar esses poderes e não nos deixar salvar todos, nos ver sofrendo quando alguém que nos estendeu a mão não pode ser ajudado? Para que recebemos esses poderes então? Por que não nascemos como pessoas normais, que não precisam se preocupar com o bem de todos, que vivem sem pensar em quem salvarão ou quem deixarão cair, sem poder fazer nada para ajudar? E porque essas forças nos deixam falhar justo com as pessoas que amamos? Já não basta a dor dessa falha, com qualquer pessoa que seja, ela ainda tem que ser com algum ente querido? Por que, me respondam. Por que não posso simplesmente largar tudo e viver uma vida normal, sem esse tipo de preocupação? Por que, alguém me responda, por favor....
Pessoa Comum:
Sinto sua dor. Sei o quanto é difícil perder algum ente querido sendo uma pessoa comum, e imagino que deva ser pior ainda com todos esses poderes. Só peço que você lembre de todas as pessoas que você salvou e que hoje estão aqui para te ajudar a erguer a cabeça de novo. Olhe para eles. Olhe o quão gratos eles são por você ter seus poderes. Sem eles, milhares não estariam entre seus entes queridos hoje. Milhares que sentem a sua dor também, mas pedem que erga sua cabeça, herói, porque eles hoje vivem por sua causa, porque você não desistiu deles. Pedem que você não desista de você. Que você continue sendo o herói que sempre foi. Um símbolo para todos nós. Um símbolo de esperança, de vitória. Erga-se herói, e seja você de novo.
Herói:
Olho vocês aqui hoje e entendo o porque desses poderes, dessa responsabilidade. Agradeço por seus sentimentos em relação a minha dor. Eles me ajudam a seguir em frente com minha missão. Não desistirei de vocês. Não desistirei de mim. Serei o símbolo que vocês desejam, um símbolo de vitória e esperança. Um símbolo de que o futuro sempre nos guarda uma coisa boa. Me ergo por vocês. Serei o herói que sempre fui. Esta é uma promessa que faço em frente a essas milhares de pessoas, que me são gratas por estarem aqui hoje. Não falharei com vocês. É uma promessa.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
VINGANÇA - Prólogo
domingo, 9 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
15 anos sem Mussum
Antônio Carlos Bernardes Gomes falecia por não resistir a um transplante de coração no dia 29 de julho de 1994. Para quem não liga o nome a pessoa, trata-se do Trapalhão Mussum, que se tornou um ícone do humor e ídolo das crianças nas décadas de 70 e 80.
Mussum teve origem humilde, nasceu no Morro da Cachoerinha, no bairro do Lins de Vasconcelos na cidade do Rio de Janeiro em 7 de abril de 1941. Durante nove anos, estudou em um colégio interno, onde conseguiu diploma de ajustador mecânico.
Anos mais tarde, ao mesmo tempo em que pertencia à Força Aérea Brasileira, dedicava parte do seu tempo à música e ao samba participando da Caravana Cultural de Música Brasileira de Carlos Machado. Fundou com amigos sambistas o grupo “Os Sete Modernos”, que, posteriormente, viria a se chamar “Originais do Samba”. As músicas, as coreografias e as roupas coloridas levaram o grupo ao estrelato nos anos 70 rendendo apresentações em diversos países.
Nos anos 60, fora convidado a participar de diversos programas humorísticos, mas sempre recusava, pois alegava que “pintar a cara não era coisa de homem”. Após muita insistência, fez sua primeira participação no programa Bairro Feliz, exibido pela TV Globo em 1965. Inclusive, o apelido “Mussum” foi dado por Grande Otelo nos bastidores das gravações da atração.
Renato Aragão, o Didi dos Trapalhões, conta que sua união ao grupo surgiu através de uma participação em um quadro do programa “Chico City”:
“Tinha uma cena onde ele e os colegas dos Originais do Samba ficavam presos numa cela. Ele fazia umas caras engraçadas que ficava parecendo um cachorro no cio. Falei pro Dedé ir correndo atrás desse cara, pois precisávamos de mais um integrante para formar um grupo para um programa que iria estrear”, diz o humorista.
“Antônio Carlos e Mussum eram a mesma pessoa. Ele nunca ficava triste. Por maiores que fossem os problemas pelos quais tivesse passando, ele estava sempre feliz e isto contagiava a gente”, conta Didi. Mussum era o único afrodescendente do grupo e tinha como características principais seu vocabulário no plural, o gosto pela cachaça e suas piadas fazendo graça com a cor de sua pele. “Ele falava aquelas gírias todas. Trazia um pouco da malandragem de suas origens, mas era uma malandragem pura, sem maldade alguma”. Renato dizia que, na fase inicial, escrevia só frases para ele. “Ele entrava, fazia a piada e voltada. Depois, é que ele foi se soltando”.
O programa “Os Adoráveis Trapalhões” estreava ba TV Excelsior em 1966 e era integrado por Wanderley Cardoso, Ivon Cury, Ted Boy Marino, Renato Aragão e Manfried Santanna (Dedé). Com saída de vários membros do grupo restando apenas Didi e Dedé, o elenco foi reforçado com a entrada de Mussum e Zacarias e assim consolidavam o grupo protagonista do progama “Os Insociáveis”, exibido na TV Record.
Ao mudarem para a TV Tupi, o grupo passou a se chamar “Os Trapalhões” e virou sucesso de audiência a ponto de bater o “Fantástico” todo domingo na cidade de São Paulo. Porém, com as dificuldades financeiras da emissora, o grupo acabou migrando para a TV Globo em 1977 e ficou por lá até 1994, quando foi decretado o fim dos “Trapalhões” com o falecimento de Mussum.
Em relação aos momentos curiosos, Didi conta um episódio que aconteceu com Mussum, quando foi abordado na porta do antigo Teatro Fênix por uma pessoa lhe pedindo um emprego na Globo. Ao perguntar ao cidadão o que ele sabia fazer, o homem responde: “Ah, eu faço qualquer coisa, até essas m#$%@s que vocês fazem”.
A data também foi lembrada pelos usuários do Twitter, que decretaram hoje o “Mussum Day”, fazendo com que a tag #mussumday, em diversos momentos do dia, chegasse ao primeiro lugar nos “Trending Topics”, os assuntos mais comentados pelos usuários.
Faz bastantis faltis
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Feliz Dia do Amigo
sábado, 18 de julho de 2009
Regras do Futebol de Rua!
1. A BOLA
A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do irmão menor.
2. O GOL
O gol pode ser feito com o que estiver à mão: tijolos, paralelepípedos, camisas emboladas, chinelos, os livros da escola e até o seu irmão menor.
3. O CAMPO
O campo pode ser só até o fio da calçada, calçada e rua, rua e a calçada do outro lado e, nos clássicos, o quarteirão inteiro.
4. DURAÇÃO DO JOGO
O jogo normalmente vira 5 e termina 10, pode durar até a mãe do dono da bola chamar ou escurecer. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.
5. FORMAÇÃO DOS TIMES
Varia de 3 a 70 jogadores de cada lado. Ruim vai para o gol. Perneta joga na ponta, esquerda ou a direita, dependendo da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os choques. Gordo é beque.
6. O JUIZ
Não tem juiz.
7. AS INTERRUPÇÕES
No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada em 3 eventualidades:
a) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isso não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação.
b) Quando passar na rua qualquer garota gostosa.
c) Quando passarem veículos pesados. De ônibus para cima. Bicicletas e Fusquinhas podem ser chutados junto com a bola e, se entrar, é Gol.
8. AS SUBSTITUIÇÕES
São permitidas substituições no caso de um jogador ser carregado para casa pela orelha para fazer lição ou em caso de atropelamento.
9. AS PENALIDADES
A única falta prevista nas regras do futebol de rua é atirar o adversário dentro do bueiro.
10. A JUSTIÇA ESPORTIVA
Os casos de litígio serão resolvidos na porrada.
Já fiz mto isso...
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Solidão
Mas quem é que nunca se sentiu assim...





