domingo, 21 de junho de 2009

Tributo a um Herói

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homenagem a um grande herói

sábado, 20 de junho de 2009

Nephlin


A noite já tinha caído há algumas horas. O frio aumentava. Apesar da fogueira acesa no lual, todos reclamavam que o frio aumentava rapidamente. Eu sabia o que era. Achei que poderia ter uma noite de diversão sossegado com os amigos. Estava terrivelmente enganado. Poderia ter colocado todos em perigo hoje. Não tinha como saber. Talvez se não tivesse vindo poderia haver um massacre aqui, mas de qualquer maneira eu perderia uma boa briga.

Era quase meia noite. Com certeza ele apareceria. Os sinais eram muito claros. O frio aumentando, mesmo sem vento. Nenhum barulho de animal se ouvia, como se até os insetos tivessem fugido. O único som era o rádio de pilha tocando Bob Marley. Ainda bem que tinha outros tipos de músicas no meu celular. Lutar ao som de Bob não tinha graça. Uma boa trilha sonora aumentava meu animo no combate. Tinha feito uma seleção especial essa noite. No fundo eu sabia que ele poderia aparecer. Mesmo podendo colocar todos aqui em perigo eu torcia por isso ao mesmo tempo, do contrário não teria trago minha espada. Meu relógio apitou meia noite. O tempo parou. Mesmo já tendo visto isso várias vezes ainda me espantava. Era impressionante.

Eu era um Nephlin, filho de anjo com uma humana. O poder de um anjo era uma mistura interessante e perigosa ao mesmo tempo. Os Anjos Caídos sempre queriam que nos juntássemos a eles em sua guerra contra os Arcanjos. Estes por sua vez queriam nos destruir para que não ajudássemos os Caídos. Devido a uns poucos que escolheram esse lado todos pagavam. Eu já havia derrotado vários Arcanjos e Caídos em combate. Dessa vez eu sentia que seria diferente. Sentia que teria que destruir meu oponente, coisa que nunca havia feito antes.

Após o tempo parar ele apareceu em questão de segundos.

Azazel.

O braço direito de Lúcifer na rebelião dos anjos. Sua presença era imponente. Tinha dois metros de altura, cabelos negros até os ombros e vestia um sobretudo preto por sobre a roupa também preta. Se ele tivesse asas a visão seria mais impressionante ainda. Todos os caídos tiveram suas asas cortadas como punição após a queda de Lúcifer.

Encarei-o por alguns segundos sem falar nada, estudando-o, procurando um ponto fraco. Ia ser uma luta difícil. Ele resolveu quebrar o silêncio.

- Boa noite, Peter.

- Boa noite, Azazel. – respondi no mesmo tom cordial, mas sem a imponência de sua voz.

- Você sabe o que vim fazer aqui hoje. Espero que reconsidere nossa proposta de juntar-se a nós.

- Seu chefe sabe a minha resposta, Azazel. Eu não vou me meter na guerra de vocês.

- Se é assim, porque carrega essa espada contigo? – perguntou sorrindo.

- É porque Arcanjos e Caídos são muito burros para entender as coisas. Só depois que levam uma surra é que entendem.

Ele começou a gargalhar. Pelo menos tinha senso de humor.

- E espera fazer o mesmo comigo hoje, Nephlin? – perguntou ainda rindo.

- Se for o único jeito de você entender, farei com muito prazer. – respondi com o mesmo sorriso no rosto.

Com um gesto rápido ele tirou a espada de dentro do sobretudo. Dessa vez com certeza seria difícil vencer. Caminhei em sua direção desembainhando a espada também. Ele continuava olhando sem se mexer. Uma das coisas que ouvira falar sobre Azazel é que era muito honrado em combates, apesar de não ser em suas escolhas de amizades. Continuei em sua direção tirando o celular do bolso. Coloquei pra tocar um set do Tiësto. Ele gostou. Pelo menos tinha bom gosto pra música., seria uma pena ter que destruí-lo. Nos afastamos uns 10 metros do lugar do lual. Ele realmente só veio por minha causa.

Nos encaramos por alguns segundos em posição de defesa. Ao som de Tiësto partimos para o combate. Ia ser uma luta difícil.

Mas definitivamente seria muito boa.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Feriadão no Guarujá


O que eu posso dizer sobre esse feriado?

Só que foi o melhor que tive em muito tempo. Descrever as coisas que nós fizemos nesses dias seria impossível. Coisas simples, nada muito extraordinário, mas a alegria desses dias foi imensa.

Kaiozitozinho( rsrs), show de bola esse guri, Bruh, nosso radinho, menina meiga, que chora vendo filme da Hanna Montana (kkk), e Fabii, minha clone, minha filhota postiça...

Não tenho palavras pra agradecer a vocês pela amizade e pela alegria desse feriado. A última vez que senti uma alegria assim foi quando minha filha teve aki no Rio comigo. Espero poder repetir muitas vezes as alegrias desses dias.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

VINGANÇA

Escuro.
Não enchergava um palmo na frente do nariz. Mas mesmo assim eu sabia onde ir. Era só seguir o cheiro. Era inconfundível a mistura de flores com enxofre. Desta vez havia algo diferente. Eu podia sentir o cheiro mais forte, como se pudesse ver a cor do cheiro. Uma mistura de amarelo e roxo.
Eu estava diferente. Estava mudado. E ela não sabia disso. Ponto meu. Vi o brilho da vela que iluminava a sala no fim do corredor. Era lá que ela estava.
Dois anos de caçada desde aquela noite amaldiçoada. Dois anos desde que ela destruiu minha vida. Com certeza isso acaba hoje.
Cheguei ao fim do corredor. Somente a luz da vela iluminava a sala onde ela estava. Ela estava sentada com um sorriso triunfante no rosto.
- Bem vindo, humano. - disse-me ela – me desaponta ver que você veio sozinho e desarmado.
- Não preciso de arma e nem da ajuda de nenhum anjo hoje, cadela do inferno. - disse, mais parecendo um rosnado.
- Elogios não vão me comover, humano. - ela respondeu sorrindo novamente.
Ela não sabia da minha mudança, e pelo visto o que diziam sobre demônios serem arrogantes demais para perceberem as coisas era verdade.
- Isso acaba hoje. - falei com um sorriso sarcástico no canto da boca.
Ela começou a gargalhar.
- É a primeira vez que vejo um humano sorris quando sabe que vai morrer. - zombou ela.
Continuei sorrindo pra ela. Me concentrei. Era dolorosa a transformação, mas a sensação de força, rapidez e sentidos aguçados após era maravilhosa.
Mãos deram lugar a garras. Dentes deram lugar a presas. No início eu demorava uns 10 minutos na transformação. Agora era praticamente instantânea. Em questão de segundos após me abaixar contorcendo de dor eu me levantava transformado.
Lycan!!
Eu havia escolhido essa opção. O próprio Mephistófeles me deu esse poder. E agora mais do que nunca ele seria útil.
Pude ver o medo nos olhos dela. Melhor, sentia o cheiro de pavor que exalava dela aumentando intensamente a cada segundo quando urrei após a transformação. Ela realmente estava apavorada. Olhei fixamente para ela e sorri, deixando minhas presas a mostra.
- É hora do show. - grunhi antes de avançar em direção a sua garganta. Foi um golpe tão rápido que ela nem conseguiu reagir. Em questão de segundos minhas presas se fechavam em seu pescoço e minhas garras cravaram em sua pele.
Um gemido. Foi a única coisa que saiu de sua boca antes que estraçalha-se seu corpo com um único movimento. Seu sangue negro jorrou em todas as direções. Estava acabado.
Uivei o mais alto que pude. Era um misto de raiva e alegria.
Finalmente tinha acabado.

domingo, 7 de junho de 2009

21 Razões para se suicidar no Oriente Médio!

Todo o mundo se pergunta:
Por que para os terroristas árabes é tão fácil se suicidar?

Aqui estão as 21 possíveis razões:

É proibido:
1º - Sexo antes do casamento
2º - Tomar bebidas alcoólicas
3º - Ir a bares
4º - Ver televisão
5º - Usar a Internet
6º - Esportes, estádios, festas com mulheres
7º - Tocar buzina
8º - Comer carne de porco
9º - Música não religiosa
10º - Ouvir rádio
11º - Barbear-se

Além disso:
12º - Tem areia por todos os lados e nenhum buggy para se divertir
13º - Farrapos em lugar de roupas
14º - Come-se carne de burro cozida sobre bosta de camelo
15º - As mulheres usam burka e não dá para ver nem a cor dos olhos
16º - A esposa é escolhida pelos outros e o rosto é visto só na procriação
17º - Sexo depois de casado só para procriar e feito no escuro com a mulher vestida com o shak

18º - Reza-se para Alah:
- 06:00 às 09:00
- 12:00 às 15:00
- 16:00 às 18:00
- 21:00 às 00:00
- No pôr do sol

19º - A temperatura básica nos paises árabes é entre 45º e 58º
(em alguns lugares até mais altas)
20º - Para economia de água, banho apenas uma vez por mês, nas partes mais sujas
(pés).

E finalmente:

21º - Ensinam que, quando morrer, vai para o paraíso e terá tudo aquilo que não teve aqui na terra…!

Fala a verdade…

“Você também não se mataria???”



o último da fila grita último...

sábado, 6 de junho de 2009

O TEXTO

Escrever um texto. Não sei por que resolvi fazer isso. Acho que é por que geral na comu escreve. A comu é a do Audiobook do Crepúsculo. Faço a voz do Charlie e do Billy. E os dois se falam. Nem me pergunte como faço isso.

Mas voltando ao texto. Meu teclado também não ajuda muito. E essa porcaria é nova. O espaço não funciona direito. To quase trocando esse troço de novo pelo velho. Toda hora tenho que voltar e consertar as faltas de espaço. Dá no saco isso.

Sobre o que escrever? Criar uma fanfic sobre algum livro que li? Ou criar uma história nova sobre outra coisa? História nova acho difícil de sair, já que leio tanto e vejo tanto filme que com certeza vou usar algum item de algum lugar. Fanfic também acho difícil, até porque os últimos livros que li foram sobre vampiros e fanfics sobre esse assunto já existem várias, principalmente sobre os personagens de Crepúsculo. A história é boa, um romance legal, mas aquele papo de vampiro indestrutível e brilhando no sol não desceu muito bem. Tá certo que cada um escreve como quer, eu não tenho nada a ver com isso. Mas mesmo gostando da história ainda ficou aquela sensação de impotência.

E se esses vampiros indestrutíveis resolvessem tomar conta do mundo? O que nós mortais poderíamos fazer se nenhuma das armas que poderiam matá-los funciona? Ainda bem que a única historia em que os vampiros são assim é Crepúsculo. Fico imaginando se todo mundo resolvesse escrever histórias de vampiro assim de hoje em diante. Ia ser um saco. Que graça ia ter um predador imortal e indestrutível?

Mas voltando ao texto. Acho que escreveria sobre alguma coisa mais atual, mais realista. Uma coisa que esteja no dia-a-dia. O ruim é que a única coisa que vejo no dia-a-dia aqui do Rio é violência. Escrever sobre mais violência não rola. Já tem muita por aí. Talvez eu use só um pouco de violência pra ficar um pouco emocionante.

Devia escrever sobre algo que essa cidade precisa,mas sem entrar na parte política, porque não gosto disso, mesmo tendo trabalhado na Prefeitura. A única coisa que se passa em minha cabeça sobre o que essa cidade precisa é Frank Castle. Para quem não conhece, é o personagem Justiceiro, dos gibis da Marvel. Ele mata criminosos. E disso com certeza essa cidade precisa.

Mas não posso usar o Frank, até porque ele deve estar ocupado em Nova York com coisas mais importantes. Boa sorte na sua luta, Frank.

Já que não posso usar o Frank, usarei um carioca mesmo. Mas não igual o Frank, que só mata bandidos, não mesmo. Um carioca comum, pai de família, que trabalha todo dia e joga seu futebol no fim de semana. Que toma suas cervejas com os amigos de vez em quando. Na verdade era todo fim de semana no bar depois do futebol. Antes e durante também rolava,como todo bom carioca que se preze. E bebe Skol, nada de Itaipava.

Bom, o personagem já está criado, só falta um nome. Daria o meu nome, mas ficaria meio estranho, até porque não bebo. E também não quero um dia ter que passar pelo que ele vai passar.

Um nome. Qual nome? Um nome comum ou um nome diferente? Um comum. João ou José. Mas tem que ter algo mais. Um apelido. Alguma coisa forte para identificá-lo. Alguma coisa do passado, talvez da época de escola ou do quartel. Sim, um apelido da época do quartel, um apelido que realce suas qualidades,mas nada de matador ou atirador. Um apelido que lembre o que ele foi no quartel. Sargento. Esse é o apelido. Todo mundo se lembra de um Sargento da época em que serviu. Eles ficam marcados nas mentes dos soldados.

Já tenho um possível nome e um apelido pro personagem. Mas o que acontece com ele? O que faz com que ele deixe de lado sua vida de trabalho e futebol no fim de semana e inicie um plano de vingança implacável? Com certeza alguma coisa terrívelmente ruim. Se escrever o que estou pensando, até eu agiria como ele. Não contarei aqui o que aconteceu a ele. Esperem o texto sair e verão. Não sou um mestre da escrita é a primeira vez que escrevo, por isso deve demorar a sair de vez em quando. Mas garanto que muitos vão gostar, e muitos não vão também,mas isso faz parte.

Acho que depois dessa história o nome do meu blog vai fazer sentido pra muita gente. Esperem que em breve sairá o primeiro capítulo.

Abraços.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Aprenda Inglês em alguns minutos

COOL ME: Verbo que indica comer: “Eu COOL ME pastel. Ou ainda: Eu COOL ME FAR OF A.”

FREE YOU: Oposto de estar com calor: “Estou com FREE YOU”

FRENCH: Dianteira: “Sai da FRENCH, por favor.”

CLOCK - Marca de panela: “Panela de pressão, lá em casa, só CLOCK.”

COFFEE - Onomatopéia para o ato de to see: “COFFEE! Coffee! Desculpe!”

DARK - Trecho de um conhecido provérbio: “É melhor DARK que receber!”

DATE - Ordem para prostrar-se: “DATE-se aí e fique quieto.”

DICK - Início de uma música do Roberto Carlos: “DICK que vale o céu…”

ELEVEN - Mandar levantar: “ELEVEN o nível da conversa aí.”

KISS: Verbo querer no passado: “Ele KISS beijá-la.”

BOY: O companheiro da vaca: “Aluna : Hello , BOY! Aluno : Hello , vaca!”

HAND: Entregar, dar por vencido: “você se HAND?”.

FEEL: Barbante:” Me da um pedaço desse FEEL para eu amarrar aqui”.

MICKEY: Afirmativo de queimadura: “MICKEY may”.

BEACH - Homossexual: “O Cordeirinho é meio BEACH.”

BYTE - Surrar: “Dotô, ele sempre BITE neu.”

BOTTOM - Colocar: “Eles BOTTOM tudo no lugar errado.”

CAREFUL - Supermercado: “Vou no CAREFUL comprar uns troços.”

CHEESE - Letra do alfabeto: “Exemplo, sexo e nexo se escrevem com CHEESE.”

MORNING: Nem CAN’T, nem frio: “A água esta MORNING.”

WINDOW: Usado em despedidas: “Bom, já vou WINDOW!”

HAIR: Marcha de carro: “Ele engatou a HAIR.”

MAY GO: Pessoal dócil: ele é tão “MAY GO.”

YOU: Expressão de curiosidade: “YOU seu irmão, como vai?”

YEAR: Deixar partir: “Ela teve que YEAR.”

EYE: Interjeição de dor:” EYE que dor de cabeça!”

HIM: Órgão: “Eye que dor no HIM!”

CREAM: Roubar, matar, etc.: “Ele cometeu um CREAM.”

PAINT: Objeto: “Me empresta o seu PAINT?”

FAIL: Oposto de bonito: “Ele e FAIL.”

RIVER: Pior que FAIL: “Ele é O RIVER.”

TO SEE: Onomatopéia que representa tosse: “Acho que vou TO SEE!”

CAN’T: Oposto de frio: “A água esta CAN’T.”


ainda bem q minha professora não olha esse blog... hauhauhau

Ator David Carradine, de 'Kill Bill', é encontrado morto em Bangcoc

Ele foi encontrado no quarto de seu hotel, em Bangcoc.
Carradine deixou sete produções inéditas a serem lançadas neste ano.

O ator David Carradine, famoso por seu papel pela série de televisão "Kung Fu" e por seu papel no filme "Kill Bill", encontrado morto nesta quinta-feira (4) no quarto de seu hotel em Bangcoc, informou a rede de televisão "ABC", que cita fontes da Embaixada dos Estados Unidos na Tailândia. Carradine, que tinha 73 anos, estava no país asiático fazendo um filme.

A causa da morte ainda não foi esclarecida, e há versões desencontradas circulando na imprensa internacional.

David Carradine é o filho mais velho do lendário ator John Carradine, e faz parte de uma família toda de atores, que inclui ainda seus irmãos, filhas e sobrinhas. Ele ficou conhecido após estrelar “The deputy”, na Broadway, nos anos 60, e atuou num dos primeiros filmes de Martin Scorsese, “Boxcar Bertha” (que no Brasil ganhou a tradução de “Sexy e marginal”), de 1972.


Foto: AFP
O ator norte-americano David Carradine. (Foto: AFP)

A série “Kung fu”, que o deixou famoso, foi indicada a sete prêmios Emmy apenas em sua primeira temporada; Carradine foi premiado em 1973 por sua atuação contínua no seriado. No filme de “Kill Bill”, de Quentin Tarantino, interpretou o personagem título.

De acordo com o site IMDB, especialista no mercado de cinema, ele deixou sete filmes inéditos prontos, que atualmente se encontram em fase de pós-produção.

O ator tinha por hábito trabalhar em muitas produções por ano e em seu currículo constam mais de 200 filmes e seriados de TV que tiveram sua participação.










um minuto de silencio em homenagem a um grande ator

segunda-feira, 1 de junho de 2009

TPM em 4 Fases

Qualquer semelhança não é coincidência!

Segundo a visão masculina, dividiu-se a TPM em 4 fases principais:

Fase 1 – A Fase Meiguinha

Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha.

Bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal.

Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo.

A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate.

O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.

Fase 2 – A Fase Sensível

Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di.

Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai

– Você acha que eu estou gorda?

Notem que não é uma simples pergunta retórica.

Reparem na entonação, na escolha das palavras.

O uso simples do verbo “estou” ao invés da combinação “estou ficando”, torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar.

E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM.

Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.

Fase 3 – A Fase Explosiva

Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM.

Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase.

Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM.

Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico.

Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada.

A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua.

Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome.

Parece ser uma novella ambientada na era feudal.

Sem legendas…

Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: “Tá tudo bem?”

A resposta é um simples e seca: “Tá”, sem olhar na sua cara.

Não satisfeito, você emenda um “Tem certeza?”, que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso “teenhoo.”.

Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka

está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que…

– Porra, viu!? – ela rosna de repente.

– Que foi?

A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta.

Sem querer, acabamos de puxar o gatilho.

O que se segue são esporros do tipo:

– Você não liga pra mim! Tá vendo que eu to aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho!Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo! Ah, o seu dia foi uma merda?O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem! Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa porcaria! O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás, vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente!

Desnorteado, você pede o pinico e sai.

Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.

Fase 4 – A Fase da Cólica

No dia seguinte o telefone toca.

É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar.

Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, super amável.

Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela.

Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado.

“O que aconteceu?”, você se pergunta.

“Tudo bem”. Você pensa. “Acho que ela se livrou do encosto”.

Pronto! A paz reina novamente.

A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz.

Pelo menos até daqui a 20 dias…



nem adianta a reclamarem que é tudo verdade....

Questão de Lógica

Na aula de história, o professora pergunta ao Joãozinho:

— O que aconteceu em 1769?

— Nasceu Napoleão, professora.

— Muito bem! E em 1774?

— Napoleão fez 5 anos professora!!!!




sagaz esse Joãozinho....



quem leu contou nos dedos pra ver se tava certo que eu sei....

e nem adianta falar q naum.... huahahuahua