segunda-feira, 22 de março de 2010

Nada pra fazer dá nisso...

Vou eu pra cidade amarradão buscar um documento pro meu pai...

Entro no frescão cheio de felicidade...

Aí a mulher na minha frente pergunta se passa em frente ao Hospital dos 'Seuvidores'....

Foi minha felicidade pro saco...

sexta-feira, 12 de março de 2010

O aniversário de Chuck Norris (leia com cuidado!)


Resolvi homenagear Chuck Norris somente hoje porque dizem que o correto é passar dois dias no escuro, em silêncio absoluto e jejum. E, então, no dia 12 de março, aí sim, ver o Sol nascer e se prostrar em reverência ao Criador.

É possível que muitos jornalistas, espertos por publicarem a notícia do aniversário de 70 anos no dia 10, estejam mortos agora. Apenas ler uma nota sobre o grande dia de modo corriqueiro, sem realizar o ritual, também é considerado heresia.

Na verdade, está errado pensar que Chuck Norris tem 70 anos e nasceu dia 10 de março. Para o homem que tem todos os recordes do Guinness Book, todo dia é seu dia. E 70 anos é somente a idade de sua 1249ª emanação humana.

O bebê Chuck | Fonte: Desciclopedia

As origens
Ao procurar sobre o que escrever recorrendo ao Google, logo de cara entendi seu poder. Ao digitar “Chuck Norris”, recebi a seguinte sugestão do Google: “Você quis dizer: Deus?”.

Como não temos acesso a sua verdadeira origem, vamos falar dessa sua última forma, nascida em 1940, na cidade de Ryan (Oklahoma). Carlos Ray Norris Jr, como era conhecido apenas na identidade, já mostrava ser um bebê diferente quando usava as pirâmides do Egito como blocos de montar.

Apesar disso, foi um garoto tímido na infância e sofreu principalmente pelo preconceito que sofria na escola, pois era mestiço, filho de um índio cherokee. Mesmo tendo um rendimento razoável, ele já conseguia dividir por zero. Quando criança, o playground de Chuck Norris era o Quadrado das Bermudas. O Triângulo das Bermudas era quadrado até que Chuck Norris deu um roundhouse kick em um dos cantos.

Muitos dizem que foi nessa época que Papai Noel parou de existir, ao esquecer um presente de Norris.

Enquanto crescia e sofria com seus amigos, ele internamente desejava lutar contra todos esses tormentos. Mal sabiam eles o que isso causaria no futuro.


O treinamento
Chuck terminou o colégio e logo se casou com sua namorada, Diane Holechek, garantindo que já tinha perdido a virgindade antes do pai. Em 1958, ele se integrou à Força Aérea dos Estados Unidos como policial militar e foi enviado à base aérea de Osan, na Coreia do Sul, ganhando o apelido de Chuck.

Lá começou a treinar Tangsudo, um interesse que o levou à faixa preta tanto em tangsudo quanto em Taekwondo, ambas artes marciais coreanas, em karatê Shinto-Ryu. Nessa época, Chuck criou uma nova arte marcial, o Chun Kuk Do (“Caminho Universal”) e sua associação educacional, a Federação das Artes da Luta Unidas.

Em um dos treinamentos levou uma facada no olho. A faca ficou cega.

Quando retornou aos Estados Unidos, ele continuou a trabalhar como policial militar na base de March, na Califórnia. Prestando serviços como negociador da polícia. Seu trabalho era ligar para os sequestradores e dizer: “Aqui é Chuck Norris”.

Em 1968, Chuck Norris tornou-se campeão de karatê na categoria meio-médio (sem contato), um título que ele manteve por sete anos consecutivos. Em 1969, ele ganhou a coroa tripla de karatê por mais vitórias em torneios durante um ano, e o Lutador do Ano da revista Black Belt. Foi também em 1969 que Chuck fez sua estreia como ator, no filme The Wrecking Crew, de Dean Martin.

Com esses títulos, ele virou um dos personagens originais do jogo Street Fighter II. Ele só foi removido porque todos os botões faziam ele dar um roundhouse kick. Quando perguntaram sobre essa falha do jogo, Chuck Norris respondeu: “Que falha do jogo?”.

Os filmes
Numa demonstração de artes marciais em Long Beach, Chuck encontrou Bruce Lee. Em 1972, ele participou em seu filme The Way of the Dragon. Em 1974, Steve McQueen o encorajou a ter aulas de atuação na MGM.

Ao fazer o papel de um inimigo de Lee, a China ficou com medo de Chuck atacar novamente e construiu a Grande Muralha da China pra impedir a sua entrada naquele país. Ela falhou miseravelmente.

Em um dos seus aniversários, Chuck Norris comeu um bolo inteiro antes que seus amigos pudessem lhe contar que havia uma stripper dentro.

O primeiro papel de estrela de Chuck foi em Breaker! Breaker! (1977). Filmes subsequentes, como The Octagon (1980), An Eye for an Eye (1981) e Lone Wolf McQuade, provaram sua capacidade de arrecadar bilheterias. Em 1984, Chuck estrelou Missing in Action, o primeiro de uma série de filmes de “resgates fantásticos”, produzido pelos primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus e lançado pela Cannon Films.

Também naquele ano, foi oferecido a ele o papel do vilão sensei Dojo no filme Karate Kid, mas ele rejeitou o convite. Chuck não queria papéis de lutadores em situação desfavorável.

Nessa época ele teve a ideia de vender sua urina enlatada. Existe até hoje sob o nome de “Red Bull”.

O mítico retorno
A rede NBC adquiriu a Universal no início de 2004, dando a Conan O’Brien a permissão de mostrar Walker, Texas Ranger sem ter de pagar royalties. Conan O’Brien e sua equipe bolaram um quadro onde era mostrado uma série de pequenos vídeos fora de contexto e com fins cômicos.

O Walker, Texas Ranger Lever rapidamente tornou-se um dos quadros mais populares, com o próprio Chuck Norris parodiando os vídeos e usando suas artes marciais contra O’Brien. Esse episódio reacendeu a paixão por Chuck Norris e deslanchou o interesse na produção de Walker, Texas Ranger para a televisão.

A partir daí foi criado o mito em torno de Chuck Norris na Internet, criando-se verdades e fatos lendários que rodam o mundo inteiro.

Dizem que ele morreu há 10 anos, mas a morte ainda não criou coragem para lhe contar, já que ele ainda não se decidiu quando o mundo vai acabar.

Cuidado: se nesse artigo você pode ver Chuck Norris, ele pode ver você. Se não consegue ver Chuck Norris, você pode estar perto da morte.


copiado descaradamente e na mais absoluta cara de pau daqui

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Vingança - Capítulo 3

Continuava sentado no corredor tentando ententeder o que tinha acontecido. Uma vampira matou minha esposa e tentou me matar. Joguei ela longe como se eu tivesse uma força sobrenatural. E ainda por cima uma espécie de campo de força a segurou na porta do quarto. Me levantei lentamente e caminhei em direção a porta do quarto.
Coloquei minha mão devagar nela esperando tocar a barreira invisível que segurou a vampira. Nada aconteceu. Atravessei normalmente a porta como se não tivesse nada ali para segurar alguém. Meu espanto aumentou ainda mais. Fiquei olhando o batente da porta por alguns segundos tentando entender o que tinha acontecido e mais uma vez não consegui encontrar nenhuma resposta racional para aquilo tudo.
Quando olhei para dentro do quarto mais uma vez fui tomado de assombro. Havia um homem com asas em pé dentro dele. Olhei assustado a figura e reparei que ele estava flutuando. Não tive reação àquela cena. Nesse momento ele começou a falar: - Você foi envolvido em coisas que eram para ficar esquecidas, Peter. Nada do que aconteceu aqui hoje era para ter acontecido. Eu falhei em minha missão como seu guardião e por isso muitos pagarão.
Ele estendeu a mão e um clarão tomou o quarto. Quando consegui enxergar de novo tudo havia sumido. O sangue, Addison, o homem com asas, tudo. O quarto estava inteiro como se nada tivesse acontecido. Corri para a janela que estava inteira de novo. Não havia nada a vista.
Desci as escadas correndo e cheguei na porta da rua. Tudo estava normal, nada mais estava destruído. Fui até a rua e não havia sinal de ninguém, nem de vampira nem do homem com asas. Coloquei as mãos na cabeça desesperado, procurando uma resposta para aquilo tudo. Voltei para dentro do quintal e mais uma vez fui tomado pelo pavor.
Uma criatura gigantesca em pé me olhava na escuridão do quintal. Era com certeza um lobo. Fiquei paralisado de pavor vendo ela se aproximando de mim. Quando ela se aproximou mais caí no chão temendo o pior.
Meu espanto só aumentou quando a criatura se transformou em um homem. Ele ficou me olhando por um tempo e então falou: - Levante-se, irmão. Sua luta está só começando.

sábado, 5 de setembro de 2009

Capitulo 2

Estava ajoelhado na poça de sangue no chão do quarto, olhando pra cima. Nada mais na minha vida importava. Nada mais tinha sentido. Minha esposa estava morta, crucificada no teto. A única coisa que eu queria saber era o porque daquilo ter acontecido.
Não percebi a aproximação dela por trás de mim. Senti sua mão fria segurando meu pescoço por trás, me levantando e me jogando no corredor. Caí com as costas no chão, perdendo o fôlego por alguns instantes. Quando consegui recuperar o fôlego vi a mulher de vermelho que tinha visto na esquina da minha rua. Ela andou até mim e colocou o pé no meu peito, me apertando contra o chão novamente. – Oi, Peter, disse ela, com sua voz sedutora, - que bom que você veio se juntar a nós, disse sorrindo.
Respirava com dificuldade por causa da pressão de sua bota em meu peito. Não sabia como ela tinha tanta força que me impedia de me mover. – Quem é você?, disse ofegante, - o que você fez com Addison? Por que você fez isso com ela? , ela sorriu deixando a mostra seus dentes. Não acreditei no que estava vendo. Seus caninos eram maiores que o restante de seus dentes. – O que é você?, perguntei olhando assustado para ela. Ela começou a rir.
Ela se abaixou, sentou em meu peito e se aproximou do meu rosto. – Você quer realmente que eu acredite que você não sabe nada sobre mim, Peter? Sobre o que eu sou? Acho que eles fizeram realmente um ótimo serviço em você, apagando sua memória, não deixando nenhum vestígio sobre seu passado, sobre quem você é, - disse ela sorrindo.
- Quem eu sou? O que você quer dizer com isso?, perguntei sem entender o que ela estava falando. Ela sorriu novamente, segurando meu rosto. Seu toque era frio, como se fosse sem vida. Senti um arrepio correr todo meu corpo. Não sabia o que era aquilo. Ela continuou falando: - Eu não vou dizer o que você é, Peter. Você vai morrer sem saber o porque disso tudo acontecer com você. Mas saibae que você merece isso e muito mais pelo que você e seu pai fizeram com minha mestra, disse ela com o rosto perto do meu, apertando meu rosto. – Meu pai? O que ele tem a ver com isso? Ele morreu quando eu era criança, respondi tentando entender o que estava acontecendo. – Por que você fez isso com Addison? O que ela te fez se era a mim que você queria?
Ela riu no meu rosto. – Ela não fez nada, eu só estava com um pouco de fome e entediada, disse ela me encarando. Senti o arrepio em meu corpo de novo, mas dessa vez era diferente, não era medo, era raiva. Não conseguia entender o que estava acontecendo. Ela começou a rir de novo.
- Hora de morrer, Peter, disse ela abrindo a boca e mostrando mais ainda os caninos que se destacavam em seus dentes brancos. Quando ela se abaixou em minha direção, mirando meu pescoço, não sei o que aconteceu. Senti uma súbita onda de força em meus membros. Segurei seu rosto com uma das mãos e consegui segurar seu avanço. Ela me olhou assustada, sem entender o que tinha acontecido. Consegui empurrá-la pra longe, jogando-a pela porta do quarto. Ela caiu em cima da poça do sangue de Addison. Não entendi como consegui fazer aquilo. Fiquei sentado olhando ela se levantar no sangue, procurando alguma explicação para tudo aquilo.
Ela se virou rosnando como um animal selvagem. – Seu maldito, essa roupa foi muito cara. Eu vou matar você! Ela avançou pra cima de mim, mas bateu na porta, como se existisse uma barreira invisível ali. Ela ficou socando a barreira com toda sua força, mas não conseguiu atravessar o vão da porta.
- Isso não acaba aqui, Peter. Você terá notícias minhas em breve!, gritou ela. Se virou e atravessou a janela, destruindo-a. Fiquei olhando a cena ainda sentado no corredor, procurando entender o que tinha acontecido, mas não consegui encontrar nenhuma explicação racional para aquilo tudo.

domingo, 16 de agosto de 2009

Vingança - O Início

. .A noite já tinha caído a algum tempo. Eu estava no ônibus a caminho de casa. Tinha aquela sensação ruim de que algo não estava certo, mas não sabia o que era. Será que tinha algum ladrão no ônibus? Não seria estranho se isso fosse verdade, ainda mais aqui no Rio de Janeiro. Mas alguma coisa me dizia que não era isso. Tinha alguma coisa a mais. Essa sensação era horrível. Coloquei o mp3 no ouvido pra tentar relaxar. Musica do Linkin Park me ajudava a relaxar. Muita gente relaxa com musica lenta, mas comigo só as mais pesadas ajudavam. Consegui cochilar um pouco no ônibus. Acordei com o solavanco do carro ao chegar no ponto final. Peguei minha mochila e saí calmamente pela porta traseira. Coloquei a mochila nas costas quando desci do ônibus. Ainda tinha uma caminhada considerável até chegar em casa. Não via a hora de ver Addison de novo. Mesmo com 4 anos de casados, não conseguia esconder a alegria de revê-la todo dia ao chegar em casa.

. .Andei tranquilamente até chegar na esquina da minha rua. Foi a primeira vez que a vi. Ela era linda. Magra, corpo atlético, cabelos negros, pele branca como a luz da lua. Usava um vestido de couro vermelho, que acentuava ainda mais a palidez de sua pele, e botas de couro vermelhas também até a altura das coxas. Ela era perfeita. Nunca tinha visto uma mulher daquelas por ali antes. Ela sorriu quando passou por mim. - Boa noite, ela disse, com uma voz extremamente sedutora. Demorei alguns segundos para responder, encantado com o som de sua voz. Ela sorriu novamente e continuou andando. Ela realmente era fascinante. Sacudi a cabeça pra colocar ordem nos pensamentos. Nunca tinha sentido isso desde que casei.

. .Cheguei no portão de casa. O cadeado estava aberto. Não, ele tinha sido arrebentado e tinha marcas de mão nele. Que conseguiria fazer aquilo? Corri pra dentro de casa. A porta da frente estava aberta. A fechadura tinha sido forçada também. – Addison!?, gritei, sentindo o desespero em minha voz. Corri a parte de baixo da casa e não a achei. Subi correndo as escadas até nosso quarto. Quando cheguei na porta, vi marcas de sangue nela. Hexitei em abri-la, com medo do que fosse encontrar lá dentro. Coloquei a mão na maçaneta e a girei lentamente até destravar a porta. Empurrei a porta para que ela abrisse devagar. Eu já sabia o que ia encontrar. Era essa a sensação ruim que eu senti durante o dia.

. .Quando a porta bateu na parede, a cena era impressionante. Havia sangue por toda a parte do quarto. Mas não havia sinal de Addison. Andei até o meio do quarto. A poça de sangue se concentrava na cama. Andei em direção a ela, tentando não escorregar no sangue. Senti alguma coisa pingar no meu ombro. Era sangue. Olhei para o teto e vi o que nunca mais me deixaria ter paz de novo. Addison estava pregada no teto do quarto. Crucificada. Pernas e braços abertos, com um pentagrama desenhado a sangue no teto atrás dela. Ajoelhei em meio ao sangue vendo aquilo. Sua garganta tinha sido dilacerada, como se tivesse sido mordida por algum animal. O choque daquela cena me deixou sem ação. A mulher que eu amava estava morta, crucificada no teto. Abri a boca e o único som que consegui emitir foi: “Por que?”

sábado, 15 de agosto de 2009

Desabafo de um Herói

Herói:
Por que nascemos heróis, se não podemos salvar todos aqueles que precisam de nossa ajuda? Por que temos esses poderes se não conseguimos segurar as mãos de todos aqueles que as estendem para nós? Será que existe um prazer mórbido nas forças supremas do universo em nos dar esses poderes e não nos deixar salvar todos, nos ver sofrendo quando alguém que nos estendeu a mão não pode ser ajudado? Para que recebemos esses poderes então? Por que não nascemos como pessoas normais, que não precisam se preocupar com o bem de todos, que vivem sem pensar em quem salvarão ou quem deixarão cair, sem poder fazer nada para ajudar? E porque essas forças nos deixam falhar justo com as pessoas que amamos? Já não basta a dor dessa falha, com qualquer pessoa que seja, ela ainda tem que ser com algum ente querido? Por que, me respondam. Por que não posso simplesmente largar tudo e viver uma vida normal, sem esse tipo de preocupação? Por que, alguém me responda, por favor....

Pessoa Comum:
Sinto sua dor. Sei o quanto é difícil perder algum ente querido sendo uma pessoa comum, e imagino que deva ser pior ainda com todos esses poderes. Só peço que você lembre de todas as pessoas que você salvou e que hoje estão aqui para te ajudar a erguer a cabeça de novo. Olhe para eles. Olhe o quão gratos eles são por você ter seus poderes. Sem eles, milhares não estariam entre seus entes queridos hoje. Milhares que sentem a sua dor também, mas pedem que erga sua cabeça, herói, porque eles hoje vivem por sua causa, porque você não desistiu deles. Pedem que você não desista de você. Que você continue sendo o herói que sempre foi. Um símbolo para todos nós. Um símbolo de esperança, de vitória. Erga-se herói, e seja você de novo.

Herói:
Olho vocês aqui hoje e entendo o porque desses poderes, dessa responsabilidade. Agradeço por seus sentimentos em relação a minha dor. Eles me ajudam a seguir em frente com minha missão. Não desistirei de vocês. Não desistirei de mim. Serei o símbolo que vocês desejam, um símbolo de vitória e esperança. Um símbolo de que o futuro sempre nos guarda uma coisa boa. Me ergo por vocês. Serei o herói que sempre fui. Esta é uma promessa que faço em frente a essas milhares de pessoas, que me são gratas por estarem aqui hoje. Não falharei com vocês. É uma promessa.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

VINGANÇA - Prólogo

Saí do covil da demônia na forma humana. Ao mesmo tempo em que estava aliviado, sentia um vazio dentro de mim. Desde a data em que ela destruiu minha família, a vingança foi meu motivo de vida. Agora estava tudo acabado. Minha vingança tinha sido feita. Mas e agora? Viver como um Lycan pela eternidade ou dar um fim em minha maldição e minha vida com uma bala de prata? Andei sem rumo e quando percebi estava no cemitério onde minha esposa estava enterrada. Fui até o túmulo dela. Uma lápide fria foi a única coisa que restou de minha família. Ajoelhei e comecei a chorar copiosamente. Não sei quanto tempo fiquei ali ajoelhado. Quando consegui me erguer vi aquela figura brilhante me olhando. Eu sabia quem era. Era um anjo. Gabriel. Ele me olhava como quem olhava um filho. Sorri para ele. - Alguem quer falar com você, disse ele. De trás dele saiu outra figura brilhante. Cai de joelhos outra vez. Era Maddison, minha esposa. - Oi, Peter, ela disse, com um tom angelical. A voz dela sempre foi linda, mas agora era mais. Não consegui responder. Ela continuou: - Sei que você sacrificou muita coisa para me vingar, mas não precisa terminar sua vida por isso. Você ainda tem muita coisa a realizar. O que você acha que foi uma maldição pode virar uma benção, se você souber usá-la, mesmo tendo vindo do próprio mephistófeles. Ela se aproximou e continuou falando. - Levante-se e seja o homem que sempre amei na vida, aquele que não tinha medo de nada, que sempre me fazia rir quando eu estava triste. Volte a ser a pessoa maravilhosa que você sempre foi. - Não posso, eu disse olhando para o chão,- não posso voltar a ser essa pessoa. Levantei a cabeça e olhei para ela. Ela estava mais linda do que eu lembrava. - Era você que me fazia ser assim. O amor por você que me deixava assim. Era a vontade de te ver sempre sorrindo. Eu amo seu sorriso, sua risada quando falo alguma besteira, o jeito como você segurava a barriga doendo de tanto rir. Ver você sorrindo me fazia viver. E agora não tenho nada disso mais. Me aproximei dela e coloquei a mão em seu rosto. Sua pele era quente. Ela sorriu ao meu toque, inclinando a cabeça na direção de minha mão. -Eu te amo, e sempre vou te amar, disse olhando nos olhos dela. Me aproximei e a beijei. Ela retribuiu meu beijo. Queria prolongar aquele momento pra sempre, pois sabia que seria a última vez que aconteceria. Olhei-a nos olhos quando terminamos o beijo. -Fique, eu disse, eu te amo e não sei viver sem você. -Não posso, ela disse, mas vou continuar te amando por toda a eternidade. -Verei você de novo?, perguntei -Não verá, ela me disse e pude ver a tristeza em seus olhos. Meu tempo aqui terminou, disse ela se afastando, tenho que voltar com Gabriel. Ela se colocou ao lado do anjo. Tome conta dela, disse pra ele, ela é a coisa mais especial que aconteceu em minha vida. Ele sorriu de volta. -Eu te amo, disse ela, antes de desaparecer junto com Gabriel. Mais uma vez eu estava no escuro. Minha vida estava no escuro. Nada mais eu podia fazer. Ajoelhei e chorei novamente, somente a triste lua minguante como testemunha.

domingo, 9 de agosto de 2009

15 anos sem Mussum 2







Meio atrasado esse post, mas só agora descobri como colocar video no blog rsrs

quarta-feira, 29 de julho de 2009

15 anos sem Mussum

Antônio Carlos Bernardes Gomes falecia por não resistir a um transplante de coração no dia 29 de julho de 1994. Para quem não liga o nome a pessoa, trata-se do Trapalhão Mussum, que se tornou um ícone do humor e ídolo das crianças nas décadas de 70 e 80.

Mussum teve origem humilde, nasceu no Morro da Cachoerinha, no bairro do Lins de Vasconcelos na cidade do Rio de Janeiro em 7 de abril de 1941. Durante nove anos, estudou em um colégio interno, onde conseguiu diploma de ajustador mecânico.

Anos mais tarde, ao mesmo tempo em que pertencia à Força Aérea Brasileira, dedicava parte do seu tempo à música e ao samba participando da Caravana Cultural de Música Brasileira de Carlos Machado. Fundou com amigos sambistas o grupo “Os Sete Modernos”, que, posteriormente, viria a se chamar “Originais do Samba”. As músicas, as coreografias e as roupas coloridas levaram o grupo ao estrelato nos anos 70 rendendo apresentações em diversos países.

Nos anos 60, fora convidado a participar de diversos programas humorísticos, mas sempre recusava, pois alegava que “pintar a cara não era coisa de homem”. Após muita insistência, fez sua primeira participação no programa Bairro Feliz, exibido pela TV Globo em 1965. Inclusive, o apelido “Mussum” foi dado por Grande Otelo nos bastidores das gravações da atração.

Renato Aragão, o Didi dos Trapalhões, conta que sua união ao grupo surgiu através de uma participação em um quadro do programa “Chico City”:

“Tinha uma cena onde ele e os colegas dos Originais do Samba ficavam presos numa cela. Ele fazia umas caras engraçadas que ficava parecendo um cachorro no cio. Falei pro Dedé ir correndo atrás desse cara, pois precisávamos de mais um integrante para formar um grupo para um programa que iria estrear”, diz o humorista.

“Antônio Carlos e Mussum eram a mesma pessoa. Ele nunca ficava triste. Por maiores que fossem os problemas pelos quais tivesse passando, ele estava sempre feliz e isto contagiava a gente”, conta Didi. Mussum era o único afrodescendente do grupo e tinha como características principais seu vocabulário no plural, o gosto pela cachaça e suas piadas fazendo graça com a cor de sua pele. “Ele falava aquelas gírias todas. Trazia um pouco da malandragem de suas origens, mas era uma malandragem pura, sem maldade alguma”. Renato dizia que, na fase inicial, escrevia só frases para ele. “Ele entrava, fazia a piada e voltada. Depois, é que ele foi se soltando”.

O programa “Os Adoráveis Trapalhões” estreava ba TV Excelsior em 1966 e era integrado por Wanderley Cardoso, Ivon Cury, Ted Boy Marino, Renato Aragão e Manfried Santanna (Dedé). Com saída de vários membros do grupo restando apenas Didi e Dedé, o elenco foi reforçado com a entrada de Mussum e Zacarias e assim consolidavam o grupo protagonista do progama “Os Insociáveis”, exibido na TV Record.

Ao mudarem para a TV Tupi, o grupo passou a se chamar “Os Trapalhões” e virou sucesso de audiência a ponto de bater o “Fantástico” todo domingo na cidade de São Paulo. Porém, com as dificuldades financeiras da emissora, o grupo acabou migrando para a TV Globo em 1977 e ficou por lá até 1994, quando foi decretado o fim dos “Trapalhões” com o falecimento de Mussum.

Em relação aos momentos curiosos, Didi conta um episódio que aconteceu com Mussum, quando foi abordado na porta do antigo Teatro Fênix por uma pessoa lhe pedindo um emprego na Globo. Ao perguntar ao cidadão o que ele sabia fazer, o homem responde: “Ah, eu faço qualquer coisa, até essas m#$%@s que vocês fazem”.

A data também foi lembrada pelos usuários do Twitter, que decretaram hoje o “Mussum Day”, fazendo com que a tag #mussumday, em diversos momentos do dia, chegasse ao primeiro lugar nos “Trending Topics”, os assuntos mais comentados pelos usuários.


Faz bastantis faltis


segunda-feira, 20 de julho de 2009

Feliz Dia do Amigo

Pensei em colocar uma mensagem bonitinha aqui, mas não acho q seja necessário. Só quero agradecer a todos os meus amigos por serem especiais em minha vida. Sejam aki do Rio ou de outros estados, eu não seria nada sem eles.


"Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos." (Vinícius de Moraes)



Vlw, galera. Vcs são tudo na minha vida.

sábado, 18 de julho de 2009

Regras do Futebol de Rua!

1. A BOLA
A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do irmão menor.

2. O GOL
O gol pode ser feito com o que estiver à mão: tijolos, paralelepípedos, camisas emboladas, chinelos, os livros da escola e até o seu irmão menor.

3. O CAMPO
O campo pode ser só até o fio da calçada, calçada e rua, rua e a calçada do outro lado e, nos clássicos, o quarteirão inteiro.

4. DURAÇÃO DO JOGO
O jogo normalmente vira 5 e termina 10, pode durar até a mãe do dono da bola chamar ou escurecer. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.

5. FORMAÇÃO DOS TIMES
Varia de 3 a 70 jogadores de cada lado. Ruim vai para o gol. Perneta joga na ponta, esquerda ou a direita, dependendo da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os choques. Gordo é beque.

6. O JUIZ
Não tem juiz.

7. AS INTERRUPÇÕES
No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada em 3 eventualidades:

a) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isso não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação.
b) Quando passar na rua qualquer garota gostosa.
c) Quando passarem veículos pesados. De ônibus para cima. Bicicletas e Fusquinhas podem ser chutados junto com a bola e, se entrar, é Gol.

8. AS SUBSTITUIÇÕES
São permitidas substituições no caso de um jogador ser carregado para casa pela orelha para fazer lição ou em caso de atropelamento.

9. AS PENALIDADES
A única falta prevista nas regras do futebol de rua é atirar o adversário dentro do bueiro.

10. A JUSTIÇA ESPORTIVA
Os casos de litígio serão resolvidos na porrada.


Já fiz mto isso...

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Solidão

Me sinto só...
Mas quem é que nunca se sentiu assim...


Mas sei que não estou só...
Porque quem tem amigos de verdade nunca está só...


Amigos são como estrelas...
Mesmo longe, sempre brilham...


Amigos são para sempre...

domingo, 21 de junho de 2009

Tributo a um Herói





homenagem a um grande herói

sábado, 20 de junho de 2009

Nephlin


A noite já tinha caído há algumas horas. O frio aumentava. Apesar da fogueira acesa no lual, todos reclamavam que o frio aumentava rapidamente. Eu sabia o que era. Achei que poderia ter uma noite de diversão sossegado com os amigos. Estava terrivelmente enganado. Poderia ter colocado todos em perigo hoje. Não tinha como saber. Talvez se não tivesse vindo poderia haver um massacre aqui, mas de qualquer maneira eu perderia uma boa briga.

Era quase meia noite. Com certeza ele apareceria. Os sinais eram muito claros. O frio aumentando, mesmo sem vento. Nenhum barulho de animal se ouvia, como se até os insetos tivessem fugido. O único som era o rádio de pilha tocando Bob Marley. Ainda bem que tinha outros tipos de músicas no meu celular. Lutar ao som de Bob não tinha graça. Uma boa trilha sonora aumentava meu animo no combate. Tinha feito uma seleção especial essa noite. No fundo eu sabia que ele poderia aparecer. Mesmo podendo colocar todos aqui em perigo eu torcia por isso ao mesmo tempo, do contrário não teria trago minha espada. Meu relógio apitou meia noite. O tempo parou. Mesmo já tendo visto isso várias vezes ainda me espantava. Era impressionante.

Eu era um Nephlin, filho de anjo com uma humana. O poder de um anjo era uma mistura interessante e perigosa ao mesmo tempo. Os Anjos Caídos sempre queriam que nos juntássemos a eles em sua guerra contra os Arcanjos. Estes por sua vez queriam nos destruir para que não ajudássemos os Caídos. Devido a uns poucos que escolheram esse lado todos pagavam. Eu já havia derrotado vários Arcanjos e Caídos em combate. Dessa vez eu sentia que seria diferente. Sentia que teria que destruir meu oponente, coisa que nunca havia feito antes.

Após o tempo parar ele apareceu em questão de segundos.

Azazel.

O braço direito de Lúcifer na rebelião dos anjos. Sua presença era imponente. Tinha dois metros de altura, cabelos negros até os ombros e vestia um sobretudo preto por sobre a roupa também preta. Se ele tivesse asas a visão seria mais impressionante ainda. Todos os caídos tiveram suas asas cortadas como punição após a queda de Lúcifer.

Encarei-o por alguns segundos sem falar nada, estudando-o, procurando um ponto fraco. Ia ser uma luta difícil. Ele resolveu quebrar o silêncio.

- Boa noite, Peter.

- Boa noite, Azazel. – respondi no mesmo tom cordial, mas sem a imponência de sua voz.

- Você sabe o que vim fazer aqui hoje. Espero que reconsidere nossa proposta de juntar-se a nós.

- Seu chefe sabe a minha resposta, Azazel. Eu não vou me meter na guerra de vocês.

- Se é assim, porque carrega essa espada contigo? – perguntou sorrindo.

- É porque Arcanjos e Caídos são muito burros para entender as coisas. Só depois que levam uma surra é que entendem.

Ele começou a gargalhar. Pelo menos tinha senso de humor.

- E espera fazer o mesmo comigo hoje, Nephlin? – perguntou ainda rindo.

- Se for o único jeito de você entender, farei com muito prazer. – respondi com o mesmo sorriso no rosto.

Com um gesto rápido ele tirou a espada de dentro do sobretudo. Dessa vez com certeza seria difícil vencer. Caminhei em sua direção desembainhando a espada também. Ele continuava olhando sem se mexer. Uma das coisas que ouvira falar sobre Azazel é que era muito honrado em combates, apesar de não ser em suas escolhas de amizades. Continuei em sua direção tirando o celular do bolso. Coloquei pra tocar um set do Tiësto. Ele gostou. Pelo menos tinha bom gosto pra música., seria uma pena ter que destruí-lo. Nos afastamos uns 10 metros do lugar do lual. Ele realmente só veio por minha causa.

Nos encaramos por alguns segundos em posição de defesa. Ao som de Tiësto partimos para o combate. Ia ser uma luta difícil.

Mas definitivamente seria muito boa.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Feriadão no Guarujá


O que eu posso dizer sobre esse feriado?

Só que foi o melhor que tive em muito tempo. Descrever as coisas que nós fizemos nesses dias seria impossível. Coisas simples, nada muito extraordinário, mas a alegria desses dias foi imensa.

Kaiozitozinho( rsrs), show de bola esse guri, Bruh, nosso radinho, menina meiga, que chora vendo filme da Hanna Montana (kkk), e Fabii, minha clone, minha filhota postiça...

Não tenho palavras pra agradecer a vocês pela amizade e pela alegria desse feriado. A última vez que senti uma alegria assim foi quando minha filha teve aki no Rio comigo. Espero poder repetir muitas vezes as alegrias desses dias.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

VINGANÇA

Escuro.
Não enchergava um palmo na frente do nariz. Mas mesmo assim eu sabia onde ir. Era só seguir o cheiro. Era inconfundível a mistura de flores com enxofre. Desta vez havia algo diferente. Eu podia sentir o cheiro mais forte, como se pudesse ver a cor do cheiro. Uma mistura de amarelo e roxo.
Eu estava diferente. Estava mudado. E ela não sabia disso. Ponto meu. Vi o brilho da vela que iluminava a sala no fim do corredor. Era lá que ela estava.
Dois anos de caçada desde aquela noite amaldiçoada. Dois anos desde que ela destruiu minha vida. Com certeza isso acaba hoje.
Cheguei ao fim do corredor. Somente a luz da vela iluminava a sala onde ela estava. Ela estava sentada com um sorriso triunfante no rosto.
- Bem vindo, humano. - disse-me ela – me desaponta ver que você veio sozinho e desarmado.
- Não preciso de arma e nem da ajuda de nenhum anjo hoje, cadela do inferno. - disse, mais parecendo um rosnado.
- Elogios não vão me comover, humano. - ela respondeu sorrindo novamente.
Ela não sabia da minha mudança, e pelo visto o que diziam sobre demônios serem arrogantes demais para perceberem as coisas era verdade.
- Isso acaba hoje. - falei com um sorriso sarcástico no canto da boca.
Ela começou a gargalhar.
- É a primeira vez que vejo um humano sorris quando sabe que vai morrer. - zombou ela.
Continuei sorrindo pra ela. Me concentrei. Era dolorosa a transformação, mas a sensação de força, rapidez e sentidos aguçados após era maravilhosa.
Mãos deram lugar a garras. Dentes deram lugar a presas. No início eu demorava uns 10 minutos na transformação. Agora era praticamente instantânea. Em questão de segundos após me abaixar contorcendo de dor eu me levantava transformado.
Lycan!!
Eu havia escolhido essa opção. O próprio Mephistófeles me deu esse poder. E agora mais do que nunca ele seria útil.
Pude ver o medo nos olhos dela. Melhor, sentia o cheiro de pavor que exalava dela aumentando intensamente a cada segundo quando urrei após a transformação. Ela realmente estava apavorada. Olhei fixamente para ela e sorri, deixando minhas presas a mostra.
- É hora do show. - grunhi antes de avançar em direção a sua garganta. Foi um golpe tão rápido que ela nem conseguiu reagir. Em questão de segundos minhas presas se fechavam em seu pescoço e minhas garras cravaram em sua pele.
Um gemido. Foi a única coisa que saiu de sua boca antes que estraçalha-se seu corpo com um único movimento. Seu sangue negro jorrou em todas as direções. Estava acabado.
Uivei o mais alto que pude. Era um misto de raiva e alegria.
Finalmente tinha acabado.

domingo, 7 de junho de 2009

21 Razões para se suicidar no Oriente Médio!

Todo o mundo se pergunta:
Por que para os terroristas árabes é tão fácil se suicidar?

Aqui estão as 21 possíveis razões:

É proibido:
1º - Sexo antes do casamento
2º - Tomar bebidas alcoólicas
3º - Ir a bares
4º - Ver televisão
5º - Usar a Internet
6º - Esportes, estádios, festas com mulheres
7º - Tocar buzina
8º - Comer carne de porco
9º - Música não religiosa
10º - Ouvir rádio
11º - Barbear-se

Além disso:
12º - Tem areia por todos os lados e nenhum buggy para se divertir
13º - Farrapos em lugar de roupas
14º - Come-se carne de burro cozida sobre bosta de camelo
15º - As mulheres usam burka e não dá para ver nem a cor dos olhos
16º - A esposa é escolhida pelos outros e o rosto é visto só na procriação
17º - Sexo depois de casado só para procriar e feito no escuro com a mulher vestida com o shak

18º - Reza-se para Alah:
- 06:00 às 09:00
- 12:00 às 15:00
- 16:00 às 18:00
- 21:00 às 00:00
- No pôr do sol

19º - A temperatura básica nos paises árabes é entre 45º e 58º
(em alguns lugares até mais altas)
20º - Para economia de água, banho apenas uma vez por mês, nas partes mais sujas
(pés).

E finalmente:

21º - Ensinam que, quando morrer, vai para o paraíso e terá tudo aquilo que não teve aqui na terra…!

Fala a verdade…

“Você também não se mataria???”



o último da fila grita último...

sábado, 6 de junho de 2009

O TEXTO

Escrever um texto. Não sei por que resolvi fazer isso. Acho que é por que geral na comu escreve. A comu é a do Audiobook do Crepúsculo. Faço a voz do Charlie e do Billy. E os dois se falam. Nem me pergunte como faço isso.

Mas voltando ao texto. Meu teclado também não ajuda muito. E essa porcaria é nova. O espaço não funciona direito. To quase trocando esse troço de novo pelo velho. Toda hora tenho que voltar e consertar as faltas de espaço. Dá no saco isso.

Sobre o que escrever? Criar uma fanfic sobre algum livro que li? Ou criar uma história nova sobre outra coisa? História nova acho difícil de sair, já que leio tanto e vejo tanto filme que com certeza vou usar algum item de algum lugar. Fanfic também acho difícil, até porque os últimos livros que li foram sobre vampiros e fanfics sobre esse assunto já existem várias, principalmente sobre os personagens de Crepúsculo. A história é boa, um romance legal, mas aquele papo de vampiro indestrutível e brilhando no sol não desceu muito bem. Tá certo que cada um escreve como quer, eu não tenho nada a ver com isso. Mas mesmo gostando da história ainda ficou aquela sensação de impotência.

E se esses vampiros indestrutíveis resolvessem tomar conta do mundo? O que nós mortais poderíamos fazer se nenhuma das armas que poderiam matá-los funciona? Ainda bem que a única historia em que os vampiros são assim é Crepúsculo. Fico imaginando se todo mundo resolvesse escrever histórias de vampiro assim de hoje em diante. Ia ser um saco. Que graça ia ter um predador imortal e indestrutível?

Mas voltando ao texto. Acho que escreveria sobre alguma coisa mais atual, mais realista. Uma coisa que esteja no dia-a-dia. O ruim é que a única coisa que vejo no dia-a-dia aqui do Rio é violência. Escrever sobre mais violência não rola. Já tem muita por aí. Talvez eu use só um pouco de violência pra ficar um pouco emocionante.

Devia escrever sobre algo que essa cidade precisa,mas sem entrar na parte política, porque não gosto disso, mesmo tendo trabalhado na Prefeitura. A única coisa que se passa em minha cabeça sobre o que essa cidade precisa é Frank Castle. Para quem não conhece, é o personagem Justiceiro, dos gibis da Marvel. Ele mata criminosos. E disso com certeza essa cidade precisa.

Mas não posso usar o Frank, até porque ele deve estar ocupado em Nova York com coisas mais importantes. Boa sorte na sua luta, Frank.

Já que não posso usar o Frank, usarei um carioca mesmo. Mas não igual o Frank, que só mata bandidos, não mesmo. Um carioca comum, pai de família, que trabalha todo dia e joga seu futebol no fim de semana. Que toma suas cervejas com os amigos de vez em quando. Na verdade era todo fim de semana no bar depois do futebol. Antes e durante também rolava,como todo bom carioca que se preze. E bebe Skol, nada de Itaipava.

Bom, o personagem já está criado, só falta um nome. Daria o meu nome, mas ficaria meio estranho, até porque não bebo. E também não quero um dia ter que passar pelo que ele vai passar.

Um nome. Qual nome? Um nome comum ou um nome diferente? Um comum. João ou José. Mas tem que ter algo mais. Um apelido. Alguma coisa forte para identificá-lo. Alguma coisa do passado, talvez da época de escola ou do quartel. Sim, um apelido da época do quartel, um apelido que realce suas qualidades,mas nada de matador ou atirador. Um apelido que lembre o que ele foi no quartel. Sargento. Esse é o apelido. Todo mundo se lembra de um Sargento da época em que serviu. Eles ficam marcados nas mentes dos soldados.

Já tenho um possível nome e um apelido pro personagem. Mas o que acontece com ele? O que faz com que ele deixe de lado sua vida de trabalho e futebol no fim de semana e inicie um plano de vingança implacável? Com certeza alguma coisa terrívelmente ruim. Se escrever o que estou pensando, até eu agiria como ele. Não contarei aqui o que aconteceu a ele. Esperem o texto sair e verão. Não sou um mestre da escrita é a primeira vez que escrevo, por isso deve demorar a sair de vez em quando. Mas garanto que muitos vão gostar, e muitos não vão também,mas isso faz parte.

Acho que depois dessa história o nome do meu blog vai fazer sentido pra muita gente. Esperem que em breve sairá o primeiro capítulo.

Abraços.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Aprenda Inglês em alguns minutos

COOL ME: Verbo que indica comer: “Eu COOL ME pastel. Ou ainda: Eu COOL ME FAR OF A.”

FREE YOU: Oposto de estar com calor: “Estou com FREE YOU”

FRENCH: Dianteira: “Sai da FRENCH, por favor.”

CLOCK - Marca de panela: “Panela de pressão, lá em casa, só CLOCK.”

COFFEE - Onomatopéia para o ato de to see: “COFFEE! Coffee! Desculpe!”

DARK - Trecho de um conhecido provérbio: “É melhor DARK que receber!”

DATE - Ordem para prostrar-se: “DATE-se aí e fique quieto.”

DICK - Início de uma música do Roberto Carlos: “DICK que vale o céu…”

ELEVEN - Mandar levantar: “ELEVEN o nível da conversa aí.”

KISS: Verbo querer no passado: “Ele KISS beijá-la.”

BOY: O companheiro da vaca: “Aluna : Hello , BOY! Aluno : Hello , vaca!”

HAND: Entregar, dar por vencido: “você se HAND?”.

FEEL: Barbante:” Me da um pedaço desse FEEL para eu amarrar aqui”.

MICKEY: Afirmativo de queimadura: “MICKEY may”.

BEACH - Homossexual: “O Cordeirinho é meio BEACH.”

BYTE - Surrar: “Dotô, ele sempre BITE neu.”

BOTTOM - Colocar: “Eles BOTTOM tudo no lugar errado.”

CAREFUL - Supermercado: “Vou no CAREFUL comprar uns troços.”

CHEESE - Letra do alfabeto: “Exemplo, sexo e nexo se escrevem com CHEESE.”

MORNING: Nem CAN’T, nem frio: “A água esta MORNING.”

WINDOW: Usado em despedidas: “Bom, já vou WINDOW!”

HAIR: Marcha de carro: “Ele engatou a HAIR.”

MAY GO: Pessoal dócil: ele é tão “MAY GO.”

YOU: Expressão de curiosidade: “YOU seu irmão, como vai?”

YEAR: Deixar partir: “Ela teve que YEAR.”

EYE: Interjeição de dor:” EYE que dor de cabeça!”

HIM: Órgão: “Eye que dor no HIM!”

CREAM: Roubar, matar, etc.: “Ele cometeu um CREAM.”

PAINT: Objeto: “Me empresta o seu PAINT?”

FAIL: Oposto de bonito: “Ele e FAIL.”

RIVER: Pior que FAIL: “Ele é O RIVER.”

TO SEE: Onomatopéia que representa tosse: “Acho que vou TO SEE!”

CAN’T: Oposto de frio: “A água esta CAN’T.”


ainda bem q minha professora não olha esse blog... hauhauhau

Ator David Carradine, de 'Kill Bill', é encontrado morto em Bangcoc

Ele foi encontrado no quarto de seu hotel, em Bangcoc.
Carradine deixou sete produções inéditas a serem lançadas neste ano.

O ator David Carradine, famoso por seu papel pela série de televisão "Kung Fu" e por seu papel no filme "Kill Bill", encontrado morto nesta quinta-feira (4) no quarto de seu hotel em Bangcoc, informou a rede de televisão "ABC", que cita fontes da Embaixada dos Estados Unidos na Tailândia. Carradine, que tinha 73 anos, estava no país asiático fazendo um filme.

A causa da morte ainda não foi esclarecida, e há versões desencontradas circulando na imprensa internacional.

David Carradine é o filho mais velho do lendário ator John Carradine, e faz parte de uma família toda de atores, que inclui ainda seus irmãos, filhas e sobrinhas. Ele ficou conhecido após estrelar “The deputy”, na Broadway, nos anos 60, e atuou num dos primeiros filmes de Martin Scorsese, “Boxcar Bertha” (que no Brasil ganhou a tradução de “Sexy e marginal”), de 1972.


Foto: AFP
O ator norte-americano David Carradine. (Foto: AFP)

A série “Kung fu”, que o deixou famoso, foi indicada a sete prêmios Emmy apenas em sua primeira temporada; Carradine foi premiado em 1973 por sua atuação contínua no seriado. No filme de “Kill Bill”, de Quentin Tarantino, interpretou o personagem título.

De acordo com o site IMDB, especialista no mercado de cinema, ele deixou sete filmes inéditos prontos, que atualmente se encontram em fase de pós-produção.

O ator tinha por hábito trabalhar em muitas produções por ano e em seu currículo constam mais de 200 filmes e seriados de TV que tiveram sua participação.










um minuto de silencio em homenagem a um grande ator